sexta-feira, 22 de março de 2013

Últimos Vestibulares da UnB



Estudante Formancipa,

Que tal aproveitar para resolver os últimos vestibulares da Universidade de Brasília?

Obs.: você pode acessar todas as provas aqui.

Abaixo, seguem links das últimas provas:



Sabe como calcular sua nota no Vestibular da UnB?

Basta clicar no Simulador Vestibular UnB, que você saberá o seu argumento e a sua nota.


Provas do PAS - Programa de Avaliação Seriada da UnB



Estudante,

Já resolveu alguma prova do PAS?

Não?! Então, aproveite e acesse as últimas provas!

Obs.: você pode visualizar todas as provas do PAS aqui. E para ter acesso a outras informações, nesse link.


Abaixo, seguem links das últimas provas:

CADERNOS DE PROVA 

Cadernos de Provas Aplicados em 2012

Cadernos de Provas Aplicados em 2011




GABARITOS

Gabaritos das provas realizadas em 2012

Gabaritos das provas realizadas em 2011





14/03/2013
14/03/2013
14/03/2013
22/01/2013

Fonte: CESPE

Provas do ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio

Para ter acesso às provas aplicadas até 2011, 2012 e 2013 acesse esse link.

Não sabe quais conteúdos estão sendo cobrados nas provas do ENEM? Então, clique aqui.

Confira os temas que já apareceram na redação do Enem

 

Ano
Temática da Redação
2013 Efeitos da Implementação da Lei Seca no Brasil
2012
Movimento imigratório para o Brasil no século 21
2011
Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado


2010
O trabalho na construção da dignidade humana
2009
O indivíduo frente à ética nacional
2008
Como preservar a floresta Amazônica: suspender imediatamente o desmatamento; dar incentivo financeiros a proprietários que deixarem de desmatar; ou aumentar a fiscalização e aplicar multas a quem desmatar
2007
O desafio de se conviver com as diferenças
2006
O poder de transformação da leitura
2005
O trabalho infantil na sociedade brasileira
2004
Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação
2003
A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo
2002
O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais que o Brasil necessita?
2001
Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
2000
Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar esse desafio nacional
1999
Cidadania e participação social
1998
Viver e aprender


Veja as mudanças que ocorreram nas correções das redações em 2012:

segunda-feira, 4 de março de 2013

Ministério Público encontra trabalho degradante em restaurantes do McDonald’s. Multa pode chegar a R$ 30 milhões


Acusada de descumprimento de cláusulas legais relativas às jornadas de trabalho de seus funcionários, a Arcos Dourados, representante da marca de fast food McDonald’s no Brasil, não entrou em acordo com o Ministério Público do Trabalho para uma proposta que regularize os direitos trabalhistas dos funcionários, entre eles horários fixos e pagamento do salário mínimo. O MPT pede ainda R$ 30 milhões por dano moral coletivo.
A ação contra a Arcos Dourados, que administra 640 restaurantes da rede de fast food McDonald’s no país – 75% do total – foi movida em Pernambuco por descumprimento de cláusulas legais relativas às jornadas de trabalho de seus funcionários. A jornada móvel variável, adotada pelo McDonald’s, consiste em não fixar um horário de entrada ou saída de seus funcionários. Em um dia, ele pode trabalhar pela manhã e no outro, à tarde, o que os impede de realizar outras atividades. Para muitos o início da jornada começa a contar a partir o retorno do horário de almoço.
De acordo com investigações do MPT, o funcionário assina contrato de trabalho, mas não sabe qual é sua jornada nem o tempo diário de permanência na loja. Além disso, a rede é acusada de não pagar o salário mínimo e de proibir os funcionários de sair da loja durante o intervalo, o que faz com que eles sejam obrigados a fazer a refeição no local de trabalho.
Segundo o procurador do Trabalho da 6ª Região, Leonardo Mendonça, foi encontrado caso de funcionário que chegava para trabalhar e, três minutos depois, precisou tirar o intervalo intrajornada. “No outro dia, esse mesmo funcionário trabalhava cinco, seis horas para ter direito ao mesmo intervalo. E há casos em que o funcionário saiu do trabalho às 6h, 7h da manhã, devido ao balanço, e teve que voltar às 9h da manhã (do dia seguinte) para começar a trabalhar novamente”.
Para o deputado Ivan Valente, que integra a CPI do Trabalho Escravo da Câmara dos Deputados, trata-se de um caso evidente de trabalho degradante, que avilta direitos fundamentais dos trabalhadores. Valente afirma que “a expectativa é que a Justiça se pronuncie no sentido de punir a empresa e acabar com o assédio moral imposto aos trabalhadores.”
“Temos constado durante as diligências da CPI situações absolutamente inaceitáveis de trabalho por empresas as mais diversas. Este caso em especial, em que os trabalhadores precisam estar à disposição da empresa, e portanto não podem ter outras atividades, como estudar, além da remuneração precária, pode ser considerada trabalho degradante”, declarou o deputado.
Uma nova tentativa de acordo está marcada para o dia 21 de março, no Recife. “Estaremos atentos para que se faça justiça”, afirmou Valente.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Conheça a interessantíssima experiência 
de biblioteca móvel que acontece em São Paulo.



Rede de Bibliotecas Comunitárias



Clube da Mafalda


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Magaly Pazello: “A internet perdeu um de seus mais brilhantes sonhadores”


Criador do RSS, Reddit e Creative Commons suicida-se aos 26 anos, sob os efeitos da máquina de moer do Departamento de Justiça dos EUA.

O excepcional documentário sobre Pinheirinho

CLIQUE NA IMAGEM

terça-feira, 15 de janeiro de 2013


Quem são os proprietários do Brasil?

Ajude a revelar os proprietários do Brasil! Faça uma doação e ganhe materiais da campanha e o último CD do grupo El Efecto! Para apoiar, acesse: 
http://catarse.me/pt/portalproprietariosdobrasil
Qual é a estrutura de poder econômico dos grupos privados que atuam no país? Quais são os atores que acumulam maior poder nesta estrutura, e qual a relação entre os mesmos? Qual o grau de influência desta estrutura de poder, invisível, sobre as decisões do Estado quanto ao rumo do desenvolvimento e as políticas econômicas? Como o Estado se relaciona e alimenta esta estrutura de poder e quais as contrapartidas desta relação para o bem-estar da sociedade?
É com o objetivo de responder a estas e a outras perguntas que construímos o ranking “Proprietários do Brasil”.
O ranking foi elaborado a partir da construção de um sistema de informação inédito que mede o poder econômico não apenas por meio da receita destas empresas mas também do controle, da propriedade sobre ações ordinárias (com direito a voto) que uma empresa possui de outras empresas e o quanto isso aumenta sua capacidade de influenciar os investimentos do Estado brasileiro (clique aqui para entender como se calcula o IPA - Índice de Poder Acumulado).
Não se pode falar de um verdadeiro Estado de Direito Democrático se a sociedade não conhecer as estruturas de poder econômico do setor privado e suas influências nas orientações de estratégia econômica e de desenvolvimento do Estado brasileiro. Ainda mais quando sabemos que as ações de empresas e bancos de maior capital acumulado, por estarem comprometidos com o lucro, impactam negativa e brutalmente na vida social, econômica, cultural e ambiental do país.
O Ranking Proprietários do Brasil mostra que o capitalismo brasileiro tem rosto, nome, sobrenome e endereço. O ranking expõe o controle da propriedade destes grupos por poucas empresas e pessoas, através de estruturas complexas e ramificadas de participações societárias. O ranking traz as intrincadas redes e cadeias de conglomerados, holdings, instituições financeiras, empresas especuladoras e outros CNPJs que nada produzem, chegando finalmente aos controladores últimos por trás das empresas que fazem parte de nosso dia-a-dia, os verdadeiros donos do Brasil.
Queremos contribuir para dar visibilidade e concretude à indecente concentração de renda e poder que marca a vida social e econômica do país, justificada pelo consenso criado e propagado de que tais empresas e seus donos produzem riquezas para o Brasil, através da geração de empregos e por levarem o “desenvolvimento” e o “progresso” para os locais em que atuam.
Almejamos que o ranking Proprietários do Brasil forneça informações que auxiliem a luta das comunidades e pessoas atingidas pelas ações danosas dos poderosos grupos econômicos hegemônicos no Brasil, seja pelo desrespeito às condições de vida e trabalho dignas, seja pela destruição ambiental. Também temos a pretensão em subsidiar as instituições de pesquisa interessadas em desvelar a estrutura do poder. Concebemos o ranking como instrumento de luta concreta dos diversos movimentos sociais e organizações por mais democracia no nosso país. Neste sentido, o ranking fornece informações e revela de que forma o capital está organizado, estruturado e agindo no país e como suas ações impactam no cotidiano da população brasileira. Com esta ferramenta é possível, por exemplo, identificar os verdadeiros agentes por trás de violações de direitos humanos e dos passivos sociais e ambientais.
As conexões entre o Estado e os grupos privados, forjadas historicamente, alimentam uma elevada concentração de poder econômico, como revela o ranking. Ele nos mostra que por detrás de famosos nomes de empresas e do emaranhado de cadeias de controle há pessoas. Pessoas que as lideram e planejam suas ações, e que, em muitos casos, são apoiadas fortemente pelo Estado Brasileiro, através de financiamentos subsidiados, como, por exemplo, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e benefícios fiscais e tributários por governos municipais, estaduais e federal. Por meio do ranking identifica-se também a presença do Estado na estrutura societária dos grupos privados através de participações das empresas estatais e de seus fundos de pensão no capital de muitos destes grupos.
Temos o direito, como cidadãs e cidadãos brasileiras/os, de exigir a democratização do uso dos recursos públicos e seu controle social, tendo acesso a informações sobre onde e como os mesmos são aplicados.
A atual cortina de fumaça que recobre a estrutura de poder econômico no país, normalmente isenta estes que se portam como proprietários do Brasil de qualquer responsabilidade sobre os danos sociais, econômicos, culturais e ambientais gerados pelas ações das empresas que controlam. O ranking, ao expor estes atores, busca contribuir com a democratização da economia, com a transparência da relação entre Estado e mercado e com a responsabilização dos “proprietários do Brasil”.
A produção do ranking é apenas o primeiro passo na construção do portal proprietariosdobrasil.org.br como um espaço coletivo para o compartilhamento de informações, análises e denúncias sobre quem são e como atuam os controladores do poder econômico no país. O Instituto Mais Democracia e a Cooperativa EITA convidam a todos que compartilham dos princípios e objetivos que orientam este trabalho a se aliarem, desde já, na construção deste espaço. De nossa parte, o próximo passo será constituir, por meio do financiamento colaborativo, uma plataforma online interativa sobre os proprietários do Brasil, com filtros que facilitem o acesso ao banco de dados do ranking exposto neste portal.
Precisamos de seu apoio! Para ver o ranking, acesse:
http://www.proprietariosdobrasil.org.br
Para apoiar e receber em troca materiais da campanha e o CD do El Efecto, acesse:
http://catarse.me/pt/portalproprietariosdobrasil